segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
Tempo, dinheiro, sonhos e utopia
Qnd o medo, a ansiedade e a constatação de fraqueza vierem, a tranquilidade será dada como ingenuidade. O tempo é o tecido de nossas vidas. Tempo só é dinheiro pra quem trabalha. Pra quem manda dinheiro é capital, e capital é tempo... dos outros. O medo e a vergonha são duas correntes que prendem o escravo moderno - entre outras correntes, como o cansaço e a falta de tempo. Escravo é aquele que só age coercitivamente. Nesse sentido somos todos escravos num certo sentido. Talvez seja menos escravo quem é mais motivado, ou mais iludido. A realidade não serve ao sonho. E o sonho, mesquinho, tampouco deve se moldar a realidade. O sonho deve morrer. No seu lugar deve surgir a ética e as utopias, que devem permanecer como utopias e não se decomporem na demagogia sectária do medo do fracasso. Só fracassa quem sonha, e a esperança é irmã do medo.
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